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Como fazer relações públicas noutros países


LEWIS
Published on dezembro 02, 2016
By LEWIS

As subtilezas em comunicação são tão complexas que é difícil, se não impossível, estabelecer regras. Considere por exemplo a arte da ironia, vivemos numa era em que os computadores têm a inteligência suficiente para estabelecer conversas que são muito próximas à maneira como os humanos comunicam. No entanto, é discutível se algum dia a inteligência artificial poderá entender o uso da ironia.  

Concept image of a world map made up of connecting pins and threads.
Em comunicação as subtilezas são muito importantes para comunicar correctamente com o nosso público, jornalistas, comunidades e influenciadores. Quanto melhor conhecemos a pessoa com quem estamos a falar, melhor podemos adaptar a mensagem. Em comunicação muitas dessas diferenças dependem da cultura, embora vivamos num mundo globalizado. O tom de voz, o ritmo e a mensagem podem variar consideravelmente entre países.  

Existem muitos exemplos, por exemplo, os jornalistas holandeses preferem um tom directo, enquanto os belgas tentam estabelecer primeiro uma relação. Por outras palavras: se têm uma relação já estabelecida com o cliente é muito provável que queiram contar a sua história.  

É fundamental entender que existem diferenças culturais nas relações públicas internacionais. As campanhas de sucesso dependem do conhecimento dos mercados locais. O nosso Global Media Guide serve para nos ajudar a entender as relações e as suas principais diferenças. Existem tendências globais no mundo da comunicação, por exemplo, os jornalistas têm menos tempo para escrever, as histórias locais funcionam sempre melhor que as genéricas, mas também existem características culturais mais específicas sobre os meios, tanto tradicionais como sociais, deixamos alguns exemplos e para mais informação poderá descarregar o nosso guia.    

Alemães, amantes de dados  
O público alemão, por exemplo, é bastante crítico com as mensagens promocionais, o que faz com que os jornalistas dêem muita importância aos dados. Para existirem resultados positivos nas campanhas deve ser dada informação que sustente a mensagem, por exemplo, resultados de pesquisa, relatórios, etc.    

Espanha, a participação  
Como em todos os países latinos, os espanhóis gostam de se relacionar, falar e com as marcas não pode ser uma excepção. Prepare uma estratégia de conteúdos para interagir com o público.    

Reino Unido, conteúdo de interesse  
Os consumidores ingleses tendem a ser mais francos do que outros mercados. Quando se escrevem conteúdos nos meios de comunicação sociais, não devem ser criados materiais com foco directamente para a forma de venda e promoção. É melhor fazer conteúdos divertidos ou interessantes.    

Australianos, sentido de humor único  
Os Australianos têm um sentido de humor único, que pode ser irrelevante para as pessoas de fora, por isso é importante saber usar esse humor, já que pode ser uma grande marca para fazer chegar a mensagem.    

Coreanos, questionadores  
Os jornalistas da Coreia do Sul não são nada tímidos, de facto, mas podem chegar a ser muito agressivos ao questionar sobre as estratégias de mercado, rendimento e outras questões complexas sobre o funcionamento interno das empresas. Quando tiver de lidar com coreanos, deve fornecer informações locais utilizando analogias positivas e exemplos que clarifiquem cada resposta.    

Americanos, informais  
Nos Estados Unidos marcar reuniões com os jornalistas para discutir temas de interesse é uma boa maneira para estabelecer relações. Embora nem sempre resulte na publicação de um artigo, no futuro o jornalista que conheceu pessoalmente, poderá contactá-lo para receber informação relacionada com o sector do cliente.    

Belgas, formais  
Os jornalistas belgas nem sempre respondem bem a reuniões informais. Mantenha sempre as formalidades durante apresentações, no envio de comunicados de imprensa, etc.    

Franceses, críticos mas com piada  
Os franceses gostam de reclamar, criticar e são muito piores nos meios de comunicação social. Não seja tímido e adicione humor às mensagens, os franceses apreciam.    

É claro que tudo acima são generalizações, nunca se pode aplicar a cada pessoa e tendem a ser exageradas, mas ensina que é importante compreender que existem diferenças culturais e subtilezas quando se comunica com o público internacional.    

Quer mais?  
Descarregue o nosso Global Media Guide para aprender como implementar um modelo correcto de comunicação global e relações públicas internacionais que possa ter impacto nos seus investimentos em marketing. Temos curiosidade em saber as suas experiências culturais e recomendações. Se quiser, deixe um comentário ou escreva-nos.


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